Na sequência do meu post anterior e de alguns comentários a que o mesmo
deu origem, aqui deixo um artigo que retirei do site da Quercus:
| Campanha da EDP subverte realidade sobre Barragens |
| Ambientalistas e Especialistas em Ambiente pedem à EDP a sua suspensão |
| A campanha de comunicação da EDP, amplamente divulgada nos mais diversos órgãos de comunicação social, está a escandalizar as Organizações Não Governamentais de Ambiente e inúmeras individualidades ligadas à conservação da natureza. Esta campanha associa erradamente as barragens à protecção da biodiversidade, quando na verdade a sua construção significa uma forte ameaça tanto às populações humanas como às espécies silvestres, não só as referidas na própria campanha - aves rupícolas, peixes, lobos, morcegos e flora – mas todas as constantes da biodiversidade específica de cada habitat. |
| Na verdade, a construção de barragens, como a que está em curso no rio Sabor ou a projectada para a foz do rio Tua, resulta numa alteração dramática das condições naturais dos cursos de água e na eliminação directa de extensas áreas de vegetação autóctone e de habitats terrestres e fluviais que são o suporte de vida para uma grande diversidade de espécies da fauna, nomeadamente para as próprias aves rupícolas, os peixes, o lobo e os morcegos referidos na campanha da EDP. Não obstante as medidas impostas à EDP para tentar minimizar ou compensar parte dos danos ambientais provocados pela construção de barragens, o balanço final é negativo para a biodiversidade e gestão sustentável dos recursos hídricos, pelo que esta campanha de desinformação não reflecte minimamente a realidade. Para quem conhece o efeito arrasador das grandes barragens do ponto de vista ambiental, social e económico, a projecção das imagens de espécies e paisagens emblemáticas sobre o paredão de uma barragem, na sua maioria captadas em rios não represados, só poderá simbolizar os fantasmas das vidas destruídas em consequência da sua construção. É ainda fundamental chamar a atenção que as grandes barragens são uma forma cara e ineficaz de resolver as necessidades energéticas do País. Com o mesmo investimento previsto para o Programa Nacional de Barragens, seria possível pôr em prática medidas de uso eficiente da energia que, sem perda de funcionalidade ou conforto, permitiriam poupar cerca de CINCO VEZES MAIS ELECTRICIDADE do que a produção das barragens propostas. Assim, as Associações signatárias esperam que a EDP, em respeito pela verdade e transparência, retire esta campanha enganadora. Os milhões de euros gastos em campanhas deste tipo seriam certamente melhor empregues na promoção da eficiência energética, de que o País necessita muito mais que de barragens. Lisboa, 30 de Abril de 2009 Plataforma Sabor Livre, FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens), GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente), LPN (Liga para a Protecção da Natureza), QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) e SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves). |
Hoje é o dia da Terra. Não acho muita piada à ideia de inventarem dias de tudo e mais alguma coisa. No entanto, uma vez que este nosso planeta precisa tanto que deixem de o maltratar, acho que neste caso se justifica a existência deste dia como forma de sensibilização dos cidadãos para a protecção do meio ambiente.

Hoje recebi outro mail a convidar-me para uma caminhada. Deixo aqui um excerto, tal como da outra vez, já que pode aqui passar alguém que queira aproveitar. Eu, infelizmente, não vou poder ir, já que o local de encontro só é acessível a quem tenha transporte próprio.
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(...) Venho convidá-los para mais uma caminhada, que desta vez se realizará no próximo sábado, 25 de Abril. A partida será às 10h00m da Barragem do Rio da Mula, na Serra de Sintra e prevê-se que termine por volta das 16h30m. A caminhada será de dificuldade média (+/-14 km), sendo necessário trazer botas de caminhada ou ténis de montanha, devido às irregularidades e dificuldades do terreno. Saliento que não existe seguro, pelo que todo o cuidado é pouco! Devem também trazer almoço tipo piquenique, cantil com água e roupa confortável. Não existem inscrições, pelo que é suficiente aparecer no dia e no local antes das 10h00m. A caminhada realiza-se mesmo se chover, optando-se então por um percurso mais curto e mais fácil. Neste caso, aconselho-vos a trazer roupa seca para trocarem de roupa no final. Podem divulgar este email junto dos vossos familiares, amigos e colegas, pois a caminhada é aberta a todos e é gratuita. Para chegar à Barragem do Rio da Mula, poderão apanhar a IC19 até Sintra. Após a subida de Ranholas, na rotunda do Ramadão, devem virar à esquerda em direcção a Cascais. A seguir ao Linhó, devem virar à direita na direcção de Penha Longa e Lagoa Azul. A seguir à Lagoa Azul, existe uma placa de cimento que indica à direita o desvio para a Barragem do Rio da Mula.(...)
Boa caminhada a quem puder e quiser comparecer!
Fui novamente desafiada. Desta vez pela Witchie.
O desafio é o seguinte:
Cada pessoa escreve factos casuais sobre a vida. Depois passa o desafio a outra pessoa, deixando um comentário no seu blog para que essa pessoa saiba que foi desafiada...
1º - Dia mais triste da minha vida: o dia em que o meu pai morreu (27 de Novembro de 1992).
2º - Dia mais feliz da minha vida: o dia em que a minha filha nasceu (15 de Maio de 1988).
3º - Manias: comprar novelos de lã (e depois raramente acabar o que começo a tricotar). Comprar livros (apesar de já não ter espaço nas estantes e ter montinhos de livros espalhados pela casa).
À minha amiga A-lupa-de-Alguem
Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.
Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e ao que é do dia-a-dia.
- Partimos. Vamos. Somos.
in "Pelo sonho é que vamos"
Passo o desafio:
Ao som da magnífica Marcha Radetzky, deixo aqui um dos meus pedidos de Ano Novo: que as pessoas aprendam a respeitar o ambiente e os animais. Nem sequer é difícil. E vale a pena.






Ao chegar a Lisboa, depois das despedidas, ficou um pequeno grupo de resistentes sem vontade de arredar pé, que ao fim de muita conversa, ali mesmo à saída da camioneta, começou a tirar dos sacos os despojos do almoço. Ele era sandes, batatas fritas, fruta, bolinhos, tudo marchou, bem regadinho com um bom vinho alentejano.

Ó pra ela, tão gira!!!!
Este é o meu blog. Nele vou falar das coisas que gosto, das que não gosto e de tudo o que é importante para mim.
Na prática, vou acabar por falar muito de animais e da natureza, que foi para isso que eu o criei. E vou falar dos meus passeios, que eu gosto muito de passear.
Para já, eis os meus meninos:

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