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Domingo, 31 de Maio de 2009

Aveiro

No passado dia 15, a minha filha fez vinte e um anos. Aproveitando o facto de ela não ter aulas à sexta, meti um dia de férias e rumámos a Aveiro.
É uma cidade muito bonita, limpa, enfeitada aqui e ali com canteiros de flores e com uma luminosidade fantástica.
Infelizmente, a qualidade das fotos que tirei não é a melhor. No entanto, porque nunca tive pretensões a fotógrafa (felizmente...) e o que me move é apenas a vontade de conhecer sítios diferentes e guardar uma recordação, decidi partilhá-las com quem aqui me visita.

 

Saímos de Santa Apolónia, em Lisboa, às 7h30m.

A viagem de comboio foi agradável. Aproveitando para ler um pouco, de início, mas acabando depois por me render à beleza da paisagem. Tudo isto ao som da música do mp3.

Chegámos a Aveiro poucos minutos depois das 10h.

Embora já conhecendo através de fotos, constatámos que a fachada da estação é mesmo linda, coberta de painéis de azulejos com temas regionais, representando paisagens e actividades características daquela zona.

Gostaria de ter tirado uma foto ao edifício completo, mas não foi possível, pois estava estacionada em frente ao mesmo uma camioneta de turismo que tapava a visão.

Do outro lado da rua, à esquina da Av. Dr. Lourenço Peixinho, a mais importante artéria da cidade, o imponente edifício onde funcionam a Pensão Avenida e a Pastelaria Tricana.

Seguindo para a direita, pela Rua Almirante Cândido dos Reis, ao fim de algum tempo encontrámos a Capela de Nossa Senhora das Barrocas.

Um pouco mais à frente, encontra-se a Igreja do Carmo. Tenho de salientar que por várias vezes tive dificuldade em tirar fotos aos edifícios inteiros, dada a estreiteza de algumas ruas.

Prosseguindo em direcção ao centro, mais uma bonita igreja: a de Nossa Senhora da Apresentação.

Perto da Praça Humberto Delgado pudemos admirar o obelisco dos mártires da Liberdade

e o edifício do hotel Arcada.

Finalmente chegámos ao Canal Central da ria.

Aí, pudemos apreciar os belos moliceiros, com as características inscrições na proa.

Mais à frente, em pleno Rossio,a estátua do navegador do século XV, João Afonso de Aveiro.

Ainda ao longo da ria, pudemos apreciar os edifícios "Arte Nova",

dos quais destaco a Casa Major Pessoa, onde funciona o Museu de Arte Nova.

De salientar ainda o Cais dos Botirões, junto ao Mercado do Peixe

e, ali próximo, a Capela de São Gonçalinho.

Atravessando a ria, pudemos também apreciar as quatro estátuas que ladeiam a ponte:

A Salineira

O Marnoto

A Parceira do Ramo

O Fogueteiro

Ao fundo, vê-se o antigo edifício da capitania.

Já do outro lado da ria, dirigimo-nos à Praça da República, onde se situa a Câmara Municipal,

a Igreja da Misericórdia,

o Teatro Aveirense

e a estátua de José Estêvão.

Caminhando mais um pouco, chegámos à Praça Marquês de Pombal, onde encontrámos o Tribunal.

Em frente, o Convento e a Igreja das Carmelitas, que muito gostaríamos de ter visitado, mas não foi possível, por estar em obras.

Ainda na mesma Praça, o Governo Civil, onde também está instalado o Comando Distrital da PSP.

Ao fundo, em frente, o espectacular Palacete dos Viscondes da Granja, onde funciona a Casa de Santa Zita.

Seguimos depois em direcção ao Parque Infante D. Pedro, junto ao qual se situam a Igreja de Santo António e a capela da Ordem Terceira de S. Francisco.

Um recanto do Parque:

E, como não podia deixar de ser, dirigimo-nos depois ao largo onde se situa a Sé de Aveiro.

Em frente, o Museu de Santa Joana Princesa, ou Museu de Aveiro.

Com muita pena nossa, apesar de muito nos terem recomendado, não conseguimos provar as famosas tripas

porque a loja estava fechada.

Também não andámos nas famosas bugas, porque, ao contrário do que pensávamos, não funcionam com uma moeda. Segundo parece, temos de nos dirigir à loja e entregar um documento de identificação.

Se isto for verdade (não confirmámos, já que, tendo pouco tempo para visitar a cidade, não era muito prático andarmos para trás e para a frente à procura da loja) não estou nada de acordo. Até porque não é legal pedirem que deixemos o documento de identificação. De qualquer forma, não achei a cidade muito ciclável. Fora das ciclovias o trânsito é muito e as ruas demasiado estreitas e sem passeios que sirvam de apoio.

Entretanto a hora de regressar aproximava-se. E lá nos dirigimos à estação, deixando para trás uma bela cidade, mas que nos deixou um pouco desiludidas, tanto no que respeita à utilização das bicicletas, como no que respeita à simpatia e acolhimento dos seus habitantes, que em nada se comparou à dos alentejanos que tão bem me receberam em Évora.

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Domingo, 24 de Maio de 2009

Barragens

Na sequência do meu post anterior e de alguns comentários a que o mesmo

deu origem, aqui deixo um artigo que retirei do site da Quercus:

Campanha da EDP subverte realidade sobre Barragens
Ambientalistas e Especialistas em Ambiente pedem à EDP a sua suspensão
A campanha de comunicação da EDP, amplamente divulgada nos mais diversos órgãos de comunicação social, está a escandalizar as Organizações Não Governamentais de Ambiente e inúmeras individualidades ligadas à conservação da natureza. Esta campanha associa erradamente as barragens à protecção da biodiversidade, quando na verdade a sua construção significa uma forte ameaça tanto às populações humanas como às espécies silvestres, não só as referidas na própria campanha - aves rupícolas, peixes, lobos, morcegos e flora – mas todas as constantes da biodiversidade específica de cada habitat.
/A EDP iniciou no passado dia 24 de Abril uma campanha de comunicação subordinada ao tema “Quando projectamos uma barragem projectamos um futuro melhor”, que está a ser amplamente divulgada em vários meios nomeadamente televisão, imprensa, rádio e Internet, passando a ideia errada de que as barragens constituem uma forma de protecção da biodiversidade. As Organizações Não Governamentais de Ambiente portuguesas estão escandalizadas com esta campanha que claramente tenta branquear os inúmeros impactes ambientais fortemente negativos e irreversíveis associados à construção das barragens.

Na verdade, a construção de barragens, como a que está em curso no rio Sabor ou a projectada para a foz do rio Tua, resulta numa alteração dramática das condições naturais dos cursos de água e na eliminação directa de extensas áreas de vegetação autóctone e de habitats terrestres e fluviais que são o suporte de vida para uma grande diversidade de espécies da fauna, nomeadamente para as próprias aves rupícolas, os peixes, o lobo e os morcegos referidos na campanha da EDP.


Não obstante as medidas impostas à EDP para tentar minimizar ou compensar parte dos danos ambientais provocados pela construção de barragens, o balanço final é negativo para a biodiversidade e gestão sustentável dos recursos hídricos, pelo que esta campanha de desinformação não reflecte minimamente a realidade. Para quem conhece o efeito arrasador das grandes barragens do ponto de vista ambiental, social e económico, a projecção das imagens de espécies e paisagens emblemáticas sobre o paredão de uma barragem, na sua maioria captadas em rios não represados, só poderá simbolizar os fantasmas das vidas destruídas em consequência da sua construção.


 /

É ainda fundamental chamar a atenção que as grandes barragens são uma forma cara e ineficaz de resolver as necessidades energéticas do País. Com o mesmo investimento previsto para o Programa Nacional de Barragens, seria possível pôr em prática medidas de uso eficiente da energia que, sem perda de funcionalidade ou conforto, permitiriam poupar cerca de CINCO VEZES MAIS ELECTRICIDADE do que a produção das barragens propostas.


/


Assim, as Associações signatárias esperam que a EDP, em respeito pela verdade e transparência, retire esta campanha enganadora. Os milhões de euros gastos em campanhas deste tipo seriam certamente melhor empregues na promoção da eficiência energética, de que o País necessita muito mais que de barragens.

Lisboa, 30 de Abril de 2009
 
Plataforma Sabor Livre, FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens), GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente), LPN (Liga para a Protecção da Natureza), QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) e SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves).

 

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Lince ibérico

A notícia que alegrou a minha manhã:

 

Esta sexta-feira é inaugurado o primeiro Centro Nacional de Reprodução em Cativeiro do Lince Ibérico. O projecto surge como compensação pela construção da Barragem de Odelouca.

Situado na Herdade da Santinha, em Silves, o Centro Nacional de Reprodução em Cativeiro do Lince Ibérico será inaugurado esta sexta-feira pelo ministro do Ambiente, Nunes Correia, e a sua gestão ficará a cargo do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB).

Pioneiro no país, o centro tem capacidade para acolher 16 linces machos e fêmeas, no entanto, inicialmente, receberá apenas oito animais que chegarão de Espanha até ao final deste ano, revela a Renascença.

Após uma queixa da Liga para a Protecção da Natureza à Comissão Europeia, devido à construção da Barragem de Odelouca num local pertencente à Rede Natura 2000, a União Europeia (UE) impôs a construção deste centro, como forma de compensação. O projecto foi desenvolvido pela empresa Águas do Algarve.

O centro foi integrado pela UE no programa Interreg e tem como objectivo final a colocação da espécie no seu habitat natural, o que só deverá acontecer dentro de alguns anos.

Nunes Correia explica que primeiro é necessário ter um número significativo de espécies em cativeiro, o que implica uma técnica desenvolvida recentemente em Espanha e que será agora aplicada neste centro.

 
(retirado de "Fábrica de Conteúdos")

Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Aniversário

Faz hoje dois anos que criei o meu blog.   

Muito se passa na vida das pessoas em dois anos. Mas o que de mais importante se passou a nível pessoal, foi a morte de alguns dos meus animais. Uns (o Nourte, o Suli e a Inês), porque chegaram ao limite da vida deles. Outro, o Leonardo, porque estava já bastante doente. Tinha sido operado e fui logo prevenida pelo veterinário que não duraria muito depois da operação. Mesmo assim viveu dois anos, que foram uma dádiva diária para todos nós.  

Entretanto outros animais chegaram. Não para os substituir, que nenhum substitui outro e cada um deles ficou guardado num cantinho do meu coração, mas porque aconteceu.

A Mafalda era uma gatinha de uma colónia de rua que tinha sido adoptada e que pouco tempo depois foi abandonada. Nós tivemos conhecimento disso e achámos que ela tinha um espacinho cá em casa.

O Rodolfo e o Ernesto são dois de catorze irmãos, produto de uma gravidez não desejada, mas não interrompida, que foram oferecidos à minha filha por um amigo.  

Há dois anos tinha dez animais: 

Agora tenho nove. O equilíbrio vai-se mantendo. Porque a minha vida não faz sentido sem animais por perto.

Sábado, 9 de Maio de 2009

Animais de circo

 

Não vi a peça em questão, mas não posso deixar de publicar aqui o mail que recebi esta manhã da Associação ANIMAL.

 

Mesmo que estejam sem tempo ou paciência para ler tudo, por favor, ao menos vejam o vídeo:

 

http://tvanimal.org/index.php?option=com_content&task=view&id=22&Itemid=43.

 

 

 

Comunicado da ANIMAL acerca da ostensiva parcialidade e falta de seriedade jornalística com que a TVI tratou a questão do uso de animais em circos no “Jornal Nacional” de ontem

 

A ANIMAL vem tornar pública a sua mais firme contestação ao escândalo protagonizado ontem à noite pela TVI, no “Jornal Nacional”, aquando da exibição de uma peça sobre a suposta maneira como os animais de circo são mantidos e tratados no circo e aquando do momento de comentário que se seguiu a esta peça, pelas razões que passa a apresentar:

 

1.       Esta peça foi, em primeiro lugar, completamente parcial e desprovida de qualquer verdade validada. Numa visita previamente combinada ao circo, o jornalista autor da peça limitou-se a apresentar a história de acordo com a versão do circo, sugerindo sempre que os animais são bem tratados por aquele circo – e, segundo a peça, consequentemente por todos os outros circos, infere-se – porque os animais “não estão ao sol, têm água e comida”. Ora, como é evidente, qualquer animal precisa de muito mais do que sombra, água e comida para se sentir bem e para se poder dizer que é bem tratado. Além disso, como é também evidente, nunca um trabalhador do circo em causa (Circo Chen), ou de qualquer outro circo, iria usar de violência contra um animal diante de jornalistas e de uma câmara de filmar. No entanto, quando filmadas secretamente, as sessões de treino de animais de circo, a condução destes e os próprios espectáculos, são ricos em episódios de violência contra os animais, perpetrados – incluindo de forma admitida, nomeadamente por Victor Hugo Cardinali em declarações ao Rádio Clube Português – por directores de circos diversos e por outros funcionários dos mesmos. Acresce que há inúmeras evidências de manutenção profundamente inadequada de animais em circos, sendo um fenómeno omnipresente as evidências de distúrbios comportamentais severos nestes animais – incluindo do Circo Chen, visitado pelo dito jornalista da TVI, que não cuidou sequer de se informar melhor, de ouvir a parte contrária ou de consultar um especialista independente em comportamento e bem-estar animal que pudesse apresentar uma visão *técnica* e *cientificamente informada*, *factual e objectiva*, acerca de quão severamente grave é para o bem-estar dos animais estes serem mantidos nos circos. Tratou-se, pois, de uma peça que claramente quis favorecer uma visão falsa da vida dos animais nos circos – visão essa que, para quem ainda tenha dúvidas, fica imediatamente denunciada como falsa quando se vêem as imagens da investigação da ANIMAL e da Animal Defenders International à realidade dos circos com animais em Portugal – vídeo integralmente disponível em http://tvanimal.org/index.php?option=com_content&task=view&id=22&Itemid=43.

 

2.       Seguiu-se à exibição daquela peça, que serviu mais para promover o circo com animais e para apresentar uma visão não realista desta actividade do que para oferecer uma visão imparcial da mesma, um momento de comentário protagonizado por Miguel Sousa Tavares, que, sendo um confesso agressor de animais (uma vez que é caçador e apreciador de touradas), só poderia ter produzido os comentários ignorantes, preconceituosos, desinformados e ostensivamente absurdos que produziu, gozando do privilégio de não ter quem, naquele momento, facilmente expusesse as falácias a que recorreu para fazer vingar a sua visão arcaica do que são os animais e de como os humanos se devem relacionar com eles.

 

3.       Como se todos factos não fossem suficientemente graves, o pivot que apresentou o “Jornal Nacional” foi ao cúmulo de responder a Miguel Sousa Tavares com risos de concordância com aqueles comentários ignorantes, deixando clara também a parcialidade e a falta de seriedade e objectividade com que tratou aquele assunto, em momento algum colocando qualquer questão, em nome da imparcialidade, ao dito comentador que pudesse, pelo menos, representar minimamente a parte contrária – que defende o fim do uso de animais em circos – que ali não estava representada.

 

4.       Se a TVI tivesse, neste capítulo, feito um trabalho de jornalismo sério, teria, no mínimo, dado igual oportunidade, na prestação de declarações, exibição de imagens ou produção de opinião, aos médicos veterinários, biólogos e etólogos que, na qualidade de cientistas, sabem e afirmam que não há como manter e usar animais em circos respeitando o seu bem-estar. A TVI nem precisaria de ouvir organizações de defesa dos animais para poder apresentar esta visão – bastaria que falasse com cientistas independentes que estivessem tecnicamente qualificados para fazer comentários acerca desta questão. Em vez disso, limitou-se a ouvir e promover o que diz quem lucra com a exploração, subjugação e violentação dos animais de circo, assim como se limitou a ouvir acerca do uso de animais em circos Miguel Sousa Tavares, que é, porventura, o mais arrogantemente ignorante, preconceituoso e zoófobo comentador de assuntos relativos a animais em Portugal – e, neste episódio, a TVI não só ouviu este comentador: através do pivot do “Jornal Nacional”, concordou de forma vergonhosamente divertida e em jeito de paródia com os comentários do mesmo, o que obviamente nunca poderia acontecer.

 

Não constitui novidade para a ANIMAL que a TVI tem, na sua agenda, quer nas suas escolhas de programação, quer no modo como habitualmente apresenta notícias que de algum modo digam respeito a animais, uma muito evidente intenção de promover uma visão absolutamente medieval de como os animais são e de como os humanos se devem relacionar com eles – visão essa que está absolutamente em linha com a visão do seu comentador Miguel Sousa Tavares. Mas o episódio da passada edição do “Jornal Nacional” é demasiadamente flagrante e grave para que a ANIMAL não o assinale e condene.

 

E, embora lamentando-o pelos jornalistas que trabalham para a TVI e que, apesar disso, não se revêem nesta orientação medieval desta estação televisiva, é em face do exposto que a ANIMAL anuncia que não voltará a produzir quaisquer declarações para jornalistas ou programas da TVI, passando a tratar esta estação de televisão como um órgão que, no que aos direitos dos animais diz respeito, é apenas um veículo de desinformação e de promoção de um Portugal onde estes devem poder continuar a ser vítimas de abuso e desrespeito contínuos.

 

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Obrigada, Sapo!

Estava eu a responder ao inquérito sobre as séries de ficção científica quando, sub-repticiamente, espreitei com o cantinho do olho para o lado esquerdo e vi:
 
em destaque

 

 Pensei: olha, está ali o nome do meu blog. 

 

Está ali o nome do meu blog?  

 

Está ali o nome do meu blog!

 

 

Fiquei sem palavras. Assim sendo, que mais posso eu dizer a não ser:

 

Obrigada, Sapo!!!! 

 

 

estou: destacada
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Domingo, 3 de Maio de 2009

Dia da Mãe

Pronto, lá me convenceram a escrever este post...

Embora a minha mãe nunca tenha deixado de considerar o dia 8 de Dezembro como o verdadeiro Dia da Mãe, venho aqui deixar-lhe um beijinho especial.

Convencê-la a ter um blog é que não me parece que vá conseguir... sempre são 83 anos...

Então, feliz Dia da Mãe a todas as mães, muito particularmente à minha, claro, que é a melhor do Mundo.

.Esta sou eu...

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